Serventuários fazem curso sobre ergonomia
Notícia publicada por Assessoria de Imprensa em 24/04/2018 15:34

Começou na manhã desta terça-feira (24/4), o curso de capacitação sobre “Fundamentos da Ergonomia”, ministrado pela Escola de Administração Judiciária (ESAJ) para servidores da Diretoria Geral de Administração da Corregedoria Geral da Justiça (CGJ) e servidores representantes dos 13 Núcleos Regionais (NURs). A iniciativa é uma parceria entre a CGJ e o Departamento de Saúde do Tribunal de Justiça para disseminar a cultura da ergonomia nas serventias de 1º grau do Poder Judiciário. As aulas serão dadas hoje e amanhã, no Auditório Desembargador José Navega Cretton.

- Esse projeto é o reflexo de um olhar humanizado por parte da Corregedoria Geral da Justiça, que pretende proporcionar mais qualidade de vida, segurança e produtividade aos servidores – afirmou a diretora-geral de Administração da CGJ, Alessandra Fabricio Anatocles.

A médica Ivany Terezinha Rocha Yparraguirre, do Departamento de Saúde e uma das pioneiras na implantação da cultura da ergonomia no TJRJ, acrescentou que o Tribunal vem investindo nessa prática desde 2010, quando começou a comprar mobiliários de acordo com a Norma Regulamentadora 17 do Ministério do Trabalho. Conhecida como NR 17, a norma trata especificamente de ergonomia, visando estabelecer parâmetros que permitam a adaptação das condições de trabalho às características psicofisiológicas dos servidores de modo a proporcionar um máximo de conforto, segurança e desempenho eficiente.

- Mais de 94% das cadeiras usadas no Tribunal de Justiça estão de acordo com a NR 17. Algumas diretorias, como a de Engenharia e a de Tecnologia, também se adaptaram à norma investindo em layouts e equipamentos adequados. O que falta agora é que os servidores tenham conhecimento dessas ferramentas e saibam utilizá-las adequadamente para seu próprio benefício – afirmou a médica.

Ao longo do curso, a psicóloga Cristina Alvarez explicou que a ergonomia tem como princípio adaptar o posto de trabalho ao trabalhador, considerando sua saúde física e mental, no sentido de lhe proporcionar maior qualidade de vida no trabalho.

- Uma das principais metas da ergonomia é conseguir com que o trabalhador, ao final do dia, apresente apenas o nível de cansaço comum à sua atividade e à duração de sua jornada de trabalho. Aquele cansaço fora do comum sinaliza que algo não está adequado em seu ambiente profissional – explicou a psicóloga, que também trabalha no Departamento de Saúde do Tribunal de Justiça.