Judiciário Fluminense recebe juíza alemã para seminário sobre liberdade de expressão
Notícia publicada por ASCOM - CGJ em 15/08/2022 12:46

Na foto, da esquerda para direita, o professor, Fábio Carvalho Leite; os desembargadores André Gustavo Corrêa de Andrade e Eduardo Gusmão Alves de Brito Neto; o corregedor-geral da Justiça, desembargador Ricardo Rodrigues Cardozo; a diretora da EMERJ, desembargadora Cristina Gaulia; a juíza do Tribunal Constitucional Federal alemão, Sibylle Kessal-Wulf; o presidente do TJRJ, desembargador Henrique Figueira; o cônsul geral da Alemanha, Dirk Augustin; e a professora Karina Nunes Fritz

A juíza do Tribunal Constitucional Federal alemão, Sibylle Kessal-Wulf, esteve no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro na última sexta-feira, 12/08, para falar sobre liberdade de expressão.

O seminário “Brasil-Alemanha: fatos alternativos, fake news, discurso de ódio – liberdade de expressão?”, promovido pela Escola da Magistratura (EMERJ), aconteceu no salão do Órgão Especial, com tradução simultânea.

A juíza alemã foi recebida pelo presidente do TJRJ, desembargador Henrique Figueira, pelo corregedor-geral da Justiça, desembargador Ricardo Rodrigues Cardozo, e pela diretora da EMERJ, desembargadora Cristina Gaulia. Compuseram também a mesa de debates os desembargadores André Gustavo Corrêa de Andrade e Eduardo Gusmão Alves de Brito Neto; o professor Fábio Carvalho Leite; e a professora Karina Nunes Fritz.

“A democracia precisa de liberdade de expressão e de diferentes opiniões. Ela deve não somente tolerar a opinião divergente, mas também a incomodante. A democracia precisa de democratas que lhe dão vida. Ela só pode ser protegida se os cidadãos se identificarem e participarem dos debates políticos. Se isso acabar, ninguém desejar participar de ações, então estaremos realmente ameaçados. Não é só a democracia que precisa de nós, todos nós precisamos da democracia", destacou a juíza Kessal-Wulf.

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Com informações da EMERJ