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Até o final deste ano todos os chefes de serventias de primeira instância terão que concluir o curso de administração de cartório

Notícia publicada pela Assessoria de Imprensa em 2017-10-25 13:05:00.228

Visando atender às reivindicações de juízes ouvidos em reuniões realizadas em todas as regiões do Estado do Rio de Janeiro de fevereiro a outubro, o Corregedor-Geral da Justiça, desembargador Claudio de Mello Tavares determinou, na primeira quinzena de setembro, que todos os chefes de serventias de primeira instância completem o curso AOC-EAD-Administrando o Cartório com Relatórios Gerenciais, oferecido on-line pela Escola de Administração Judiciária (Esaj). Até agora, 76,74% já concluíram o curso. No próximo dia 30, 99 chefes de serventias pegarão o certificado de conclusão e a Esaj já abriu inscrições para a próxima turma – cujas aulas começarão na segunda quinzena de novembro – a fim de atender os últimos 30 chefes que não possuem este curso.

- Essa capacitação é essencial para a gestão do cartório e tem a vantagem de poder ser feito à distância, o que facilita a vida do servidor. No próximo ano, serão criadas novas turmas para que os substitutos dos chefes de serventias também possam ser capacitados – anunciou o diretor-geral de Fiscalização e Assessoramento Judicial  (DGFAJ), Cláudio Torres Carvalho, acrescentando que, em 2018, também deverá ser oferecido o curso de Processamento Eletrônico para turmas regulares.

Para que possa ocupar cargos e receber promoções, os serventuários precisam ter 30 horas/aula por ano em cursos da Esaj. A questão de gestão dos cartórios é essencial, segundo o Corregedor-Geral da Justiça, para combater a morosidade no andamento de processos, principal reclamação dos jurisdicionados à Ouvidoria do Tribunal de Justiça. Há, segundo ele, a  necessidade de aprimoramento das atividades desenvolvidas e da administração gerencial cartorária de monitoramento dos Relatórios de Acompanhamento dos Indicadores Justiça e o controle da taxa de congestionamento.

Desde sua posse, em fevereiro deste ano, o Corregedor-Geral vem conversando com os juízes sobre a necessidade de melhorar a gestão dos cartórios através, não só de cursos oferecidos aos serventuários como também através de diálogo entre o magistrado, seu chefe de serventia e os serventuários de seu cartório. O desembargador Claudio de Mello Tavares vem orientando os juízes a não darem sentenças longas demais se houver muitos processos no acervo. Segundo ele, o importante é que a sentença seja dada em tempo razoável e de forma sucinta para que o juiz possa analisar um número maior de processos reduzindo a morosidade.