Divisão de Apoio Técnico Interdisciplinar (DIATI)

A Divisão de Apoio Técnico Interdisciplinar (DIATI), unidade organizacional da Corregedoria Geral da Justiça, é responsável pela coordenação, controle, normatização e apoio aos Psicólogos, Assistente Sociais e Comissários de infância no desempenho de suas atribuições. Instituída pela Resolução TJ/OE nº 46/2006, é coordenada pelo Juiz Auxiliar do Corregedor com a atribuição designada para a esfera das Equipes Técnicas.

O Objetivo precípuo da DIATI é dar o suporte necessário, planejando e integrando ações, sejam elas técnicas ou administrativas, para que os Psicólogos, Assistentes Sociais e Comissários de Infância desenvolvam suas atividades nas serventias, promovendo, além disso, a interface destes com a Corregedoria.

A DIATI vem reorganizando sua gestão com o objetivo de alinhar-se as atuais diretrizes da CGJ relativas ao princípio da eficiência e celeridade para a prestação jurisdicional das Equipes Técnicas de todo o estado. Assim, organizamos atividades para a troca de experiências entre os diversos profissionais das diferentes áreas com a finalidade de discutir as intervenções técnicas, seus trabalhos nas serventias, propiciando, além disso, a interface destes com a Corregedoria.

A DIATI é composta pela Direção e quatro Serviços de Apoio e atua no Fórum Central.

Diretora: Sandra Pinto Levy - Psicóloga

Contato

Telefone: 31331890

E-mail cgjdiati@tjrj.jus.br

 

Serviços de Apoio que a compõem:

  • Serviço de Apoio aos Assistentes Sociais – SEASO;
  • Serviço de Apoio aos Psicólogos – SEPSI;
  • Serviço de Apoio aos Comissários da Infância, da Juventude e do Idoso – SECJI;
  • Serviço de Apoio ao Núcleo de Depoimento Especial de Crianças e Adolescentes – SEADE.

 

Atividades desenvolvidas:

  • Coordenação e integração das equipes técnicas;
  • Interlocução das equipes técnicas com os juízes e a Corregedoria;
  • Propositura de melhorias contínuas para os auxiliares do juízo;
  • Orientação técnica para o desempenho das atividades;
  • Definição de diretrizes de atuação para o 1º Grau;
  • Manifestação em processos administrativos que dizem respeito a questões técnicas e de atuação prática dos profissionais psicólogos, assistentes sociais e comissários de justiça;
  • Análise de demandas do 1º Grau (lotação, remoções, projetos);
  • Proposição de normativas para o 1º Grau;
  • Manutenção de cadastro;
  • Promoção de capacitação continuada;
  • Visitas técnicas às equipes do Estado;
  • Análise de demandas judiciais e articulação com os Conselhos de Classe profissionais para definição de práticas de atuação e produção de documentos técnicos;
  • Proposição e execução de projetos para a gestão dos recursos humanos e novas áreas de atuação;
  • Atuação como órgão técnico na gestão dos estágios com as universidades e CIEE;
  • Órgão técnico de convênios e contratos de cooperação.